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Trate Transtornos de Ansiedade, como Síndrome do Pânico, Ansiedade Generalizada, Compulsão Alimentar e  Depressão

A psicoterapia Breve - Cognitivo-Comportamental pode tratar estes transtornos de uma forma organizada e focada, de modo que o sofrimento destes tipos de transtorno possa melhorar, e a pessoa consiga retomar sua vida de uma forma mais produtiva e com bem estar.

Terapia Cognitivo-Comportamental que trata medos, compulsões e depressão

Socorro, Pânico!!! 

 

O que os sintomas de pânico mostram sobre o que está acontecendo na sua vida?

Em que momento do ciclo de vida você se encontra?

Se você não tivesse estes sintomas, o que estaria fazendo? E o que não estaria fazendo?

Um sintoma funciona como uma febre, que sinaliza que algo no corpo não vai bem. É muito importante cuidar, não apenas dos sintomas, que de fato são devastadores para aqueles que os vivenciam, mas entender os aspectos mais profundos que estão sustentando o problema.

Na síndrome do pânico a pessoa tem ataques inesperados e muito angustiantes que a levam a sentir alguns sintomas específicos, tais como:

- Taquicardia, sudorese, sensação de desmaio, desrealização, tremores, entre outros, o que a fazem pensar que está sendo acometida por um ataque cardíaco e que vai morrer. Estas crises causam um terror tão grande que levam a pessoa a associar ao lugar onde estava e a ter comportamentos de esquiva, ou seja, tentando evitar posteriormente aquelas situações que possam deflagrar o pânico novamente.

Isso acontece porque o cérebro pensa por associação, fazendo  uma ligação daqueles momentos críticos com o que o pessoa estava fazendo, e por isso ela começa a ter os comportamentos antecipatórios que ocupam e pre(ocupam) tanto a mente.

Estes comportamentos evitativos afetam muito a qualidade de vida das pessoas, incluindo a dificuldade em seu círculo social, pois é muito difícil para as pessoas que convivem com alguém que tenha pânico compreenderem este tipo de dificuldade. Por todas estas razões, é muito  importante procurar ajuda profissional sem demora.

O tratamento do pânico através da Terapia Cognitivo-Comportamental visa, num primeiro momento,  ajudar o paciente a lidar com as crises, através de técnicas de respiração e do entendimento da psicofisiologia do pânico, ou seja, o que está acontecendo no corpo dele.

A reestruturação dos pensamentos e distorções cognitivas também serão importantes concomitantemente.  Existem vários protocolos úteis que a pessoa treina e consegue melhorar, significativamente.

A intervenção medicamentosa também será importante no início do tratamento, pois nos quadros de pânico existe uma disfunção bioquímica no cérebro que é corrigida com a ação dos antidepressivos e ansiolíticos (SOS).

Mas,  o que de fato está gerando esta disfunção? É preciso ir além e entender estes aspectos mais profundos. Por isso é que não se trata de, apenas, controlar sintomas. A terapia deve ir para um nível mais profundo e levar o indivíduo a compreender estes esquemas que levaram o indivíduo a desenvolver medos antecipatórios e um terror tão profundo. Isso pode leva-lo a rever tantas questões, a ponto de fazer uma grande mudança em sua vida.

COMO SÃO AS SESSÕES:

As sessões normalmente são uma vez por semana, com uma hora de duração. Na primeira sessão é feita uma avaliação para ver o estado do paciente, queixas, e definir os objetivos da terapia. A TCC trabalha com foco na solução e é de uma orientação breve.  Também é avaliada a questão de necessidade de encaminhamento médico, caso seja necessário e o paciente não esteja em tratamento medicamentoso. 

Durante as sessões podem ser usadas várias técnicas:

- Técnicas de respiração, incluindo o uso do protocolo de Bernard Rangé (ACALME-SE)

- Hipnoterapia

- Constelação Familiar (quebra de padrões familiares e sistêmicos)

- Programação Neurolinguístista

- Uso dos protocolos da TCC para reestruturação cognitiva

Explicando a Terapia Cognitivo-Comportamental

A Terapia Cognitiva é um modelo de terapia proposta pelo psiquiatra norte-americano Aaron Beck e tem como ideia básica ajudar o paciente a se conscientizar das crenças negativas que têm sobre si mesmo e como elas se refletem em nossos padrões de comportamento.

A Terapia Cognitivo-Comportamental integra uma série de estratégias que foram desenvolvidas a partir do modelo preposto por ele, e que vêm sendo utilizadas com bastante eficácia nas mais diversas dificuldades emocionais.

Atualmente é considerada pela OMS – Organização Mundial de Saúde como a abordagem psicológica que mais traz resultados para os pacientes.

Utiliza várias técnicas que têm como objetivo principal a modificação de pensamentos disfuncionais para solução no presente. Isso não significa desconsiderar o passado do indivíduo, porém, por ser uma psicoterapia breve, procura agir nos pensamentos, sentimentos, sensações e comportamentos que estão trazendo mais sofrimento à vida do indivíduo, ajudando-o a encontrar mecanismos que permitam sua mudança.

É uma terapia objetiva e focada, alicerçada em evidências científicas e amparada pela Neurociência.

Meu trabalho não foca apenas o sintoma de uma forma superficial. Todo sintoma reflete não apenas um condicionamento, mas também uma função, a qual é compreendida na terapia.

 
Em que situações a TCC pode ser útil:

Depressão

Transtornos de ansiedade – pânico, fobias, TAG, TOC, dificuldades de relacionamento afetivo e profissional, entre outros;

Transtornos alimentares – bulimia, anorexia

Terapia de casal

Outras situações que tragam sofrimento para a vida do indivíduo.


 

Colaboração e Auto-Responsabilidade do Paciente

 

Na TCC (Terapia Cognitivo-Comportamental) o paciente tem um papel ativo, participando do processo terapêutico, sendo responsável pela sua melhora, a partir da adesão à proposta terapêutica e às técnicas apresentadas pelo terapeuta.

Independente da técnica, o que funciona em uma psicoterapia é a relação de ajuda estabelecida entre profissional e paciente.

 

Integração de Técnicas

 

Em meu trabalho utilizo várias técnicas integradas à TCC, como a PNL – Programação Neurolinguística, Hipnoterapia Ericksoniana e Constelação Sistêmica. Pesquisas recentes têm comprovado também os efeitos positivos de uma variação da TCC: a Terapia Cognitivo baseada na Atenção Plena (Mindfulness - MBCT), a qual foi estudada pelos psicólogos cognitivos Zindel Segal e Mark Williams, e que consiste em mesclar técnicas de meditação à terapia  convencional.

 

 
Quanto tempo dura este tratamento?

 

É delicado falar previamente em tempo de duração, uma vez que toda terapia é um processo, que depende de cada pessoa, e como dito anteriormente, o paciente tem um papel ativo. Não é o terapeuta que tem uma fórmula mágica que aplica em uma pessoa e tudo está feito.

Além disso, nossos condicionamentos precisam de consistência para serem desconstruídos e nosso psiquismo precisa integrá-los ao seu próprio modo.

Porém, em TCC os resultados têm sido bastante favoráveis e em muitos casos pode-se ter uma variação entre 12-24 sessões, chegando a 48-60 (um ano e meio).

Em casos de comorbidades*, este cenário pode ficar naturalmente comprometido.   

É muito comum também que, por ser uma terapia focal, e por apresentar melhora gradativa, o indivíduo deseje permanecer em terapia para trabalhar objetivos diferentes.  

(*) Comorbidade patogênica ocorre quando duas ou mais doenças estão etiologicamente relacionadas; comorbidade diagnóstica ocorre quando as manifestações da doença associada forem similares às da doença primária; e comorbidade prognóstica ocorre quando houver doenças que predispõem o paciente a desenvolver outras doenças. Fonte: Wikipedia

 

 
Quando a Medicação é necessária?

 

Em muitos casos somente a terapia não é suficiente para a mudança dos pensamentos distorcidos que levam ou que causam o sofrimento (sintoma), sendo necessária também a utilização de medicação em conjunto com a psicoterapia. Incluem-se neste quadro depressões crônicas e profundas, alguns transtornos de ansiedade e de personalidade, por exemplo.

Somente uma avaliação cuidadosa poderá dizer quando a medicação é necessária. É muito importante dizer que a medicação não exclui a psicoterapia e vice-versa. O que normalmente acontece são os fenômenos polarizados: ou uma supervalorização da medicação ou uma aversão a ela. Não devemos ficar presos a isso.

Temos dimensões variadas e complexas que não podem ser desconsideradas: biológicas, psicológicas, sociais, culturais, espirituais, todas emaranhadas entre si. Somos seres multidimensionais e precisamos cuidar de cada uma destas dimensões em nossa vida.  

É importante dizer, ainda, que o psicólogo não pode prescrever nenhum tipo de medicamento, somente o médico psiquiatra. Portanto, caso seja necessário, o devido encaminhamento será feito a este profissional.

 

A Terapia Cognitiva baseada em Mindfulness (MBCT)

 

A Terapia Cognitiva baseada em Mindfulness (MBCT) é uma variação da abordagem psicológica cognitiva, e tem como objetivo principal ajudar na prevenção na recaída da depressão, porém tem sido amplamente utilizada para diversos tipos de dificuldades encontradas na prática clínica.

O programa foi desenvolvido pelos psicólogos cognitivos Zindel Segal e Mark Williams e importantes pesquisadores e clínicas de centros de pesquisa do mundo, incluindo a Universidade de Oxford, que estudaram como os estados meditativos influenciam nossos pensamentos, sentimentos, emoções e comportamentos.

Através da técnica de Atenção Plena, o paciente torna-se consciente de todos os pensamentos que surgem e de como pode aceita-los como parte do fluxo natural da mente humana, aprendendo a interrompê-los e, consequentemente, ser menos reativo a eles, evitando os julgamentos, questionamentos, dúvidas e ruminações que o mantêm vulnerável aos episódios de tristeza, ansiedade, raiva, culpa, medo, vergonha e outras emoções negativas das quais tenta se livrar.

A interpretação que o indivíduo faz da realidade determina como ele irá se sentir e agir a respeito. Quando aprende a lidar com a natureza da mente, percebe que consegue modificar a realidade interna, e, consequentemente, passa a viver de forma mais harmoniosa e saudável.